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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Milky Way over Chilean Volcanoes | A Via Láctea sobre os vulcões chilenos


Às vezes, o céu imita o solo. Tirada em maio de 2017 no Deserto Atacama, no Chile, o primeiro plano desta imagem abrange a borda aprofundada da caldeira de um vulcão extinto. 

Poeticamente ecoando o fosso abaixo, está o arco da Via Láctea acima. Vários ícones famosos pontuam esta vista noturna no sul, inclusive o centro da Via Láctea, à extrerma esquerda, a brilhante estrela alaranjada Antares, também à esquerda, a constelação do Cruzeiro do Sul próxima ao topo do arco, e a Nebulosa de Gum, de brilho avermelhado, à extrema direita. 

Logo acima do horizonte e dividindo dois distantes picos vulcânicos próximos ao centro da imagem está a Grande Nuvem de Magalhães — a maior galáxia satélite da Via Láctea.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Sometimes, the sky mimics the ground. Taken in 2017 May from the Atacama Desert in Chile, the foreground of the featured image encompasses the dipping edge of the caldera of an extinct volcano. 

Poetically echoing the dip below is the arch of our Milky Way Galaxy above. Many famous icons dot this southern nighttime vista, including the center of our Milky Way Galaxy on the far left, the bright orange star Antares also on the left, the constellation of the Southern Cross near the top of the arch, and the red-glowing Gum Nebula on the far right. 

Just above the horizon and splitting two distant volcanic peaks near the image center is the Large Magellanic Cloud — the largest satellite galaxy of the Milky Way.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Perseid by the Sea | Perseida no mar


Logo apos o nascer da Lua em 12 de agosto, este grão de poeira cosmica caiu no mar, sendo seu clarão momentaneo parte da anual Chuva de  Meteoros das Perseidas. Para criar os meteoros das Perseidas, a poeira existente ao longo da orbita do cometa periodico Swift-Tuttle é levantada pelo planeta Terra. 

Os detritos cometarios mergulham atraves da atmosfera a cerca de 60 quilometros por segundo, sendo rapidamente vaporizados a altitudes de 100 quilometros, mais ou menos. 

Os meteoros das Perseidas são frequentemente brilhantes e coloridos, como aquele registrado nesta foto de paisagem maritima e celeste noturna. Contra o ceu estrelado e a esmaecida Via Láctea, a vista serena está voltada para o sul e o oeste, através do Mar Adriatico, da costa Dalmata sob luar, na direção da Ilha de Brac.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Just after moonrise on August 12 this grain of cosmic sand fell by the sea, its momentary flash part of the annual Perseid Meteor Shower. To create the Perseid meteors, dust along the orbit of periodic comet Swift-Tuttle is swept up by planet Earth. 

The cometary debris plows through the atmosphere at nearly 60 kilometers per second and is quickly vaporized at altitudes of 100 kilometers or so. Perseid meteors are often bright and colorful, like the one captured in this sea and night skyscape. Against starry sky and faint Milky Way the serene view looks south and west across the Adriatic Sea, from the moonlit Dalmatian coast toward the island of Brac.

Perseids over the Pyrénées | Perseidas sobre os Pirineus


Esta paisagem nouturna de montanhas e paisagem celeste se estende atraves Do paque Nacional dos Pireneus, na França, em 12 de agosto, proximo ao auge da chva anual de meteoros das Perseidas. 

A vista panoramica de multiplas exposições foi composta em Col d'Aubisque, uma passagem de montanha, cerca de uma hora antes do nascer da brilhante Lua. Ao centro há uma vale de brumas e luzes da estação de esqui Gourette da região, em direção ao sul. 

Tirada durante a hora seguinte, quadros da foto registrando alguns dos longos e brilhantes meteoros das perseidas, que estavam alinhados contra o plano de fundo de estrelas e a Via Láctea.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

This mountain and night skyscape stretches across the French Pyrenees National Park on August 12, near the peak of the annual Perseid meteor shower. 

The multi-exposure panoramic view was composed from the Col d'Aubisque, a mountain pass, about an hour before the bright gibbous moon rose. Centered is a misty valley and lights from the region's Gourette ski station toward the south. 

Taken over the following hour, frames capturing some of the night's long bright perseid meteors were aligned against the backdrop of stars and Milky Way.

domingo, 20 de agosto de 2017

Total Solar Eclipse of 1979 | Eclipse Total Solar de 1979


Sob um céu límpido em Riverton, Manitoba, Canada, planeta Terra, a coroa solar envolve a silhueta da Lua nova nesta foto telescopica do eclipse total solar de 26 de fevereiro de 1979. 

Trinta anos atrás, aquele foi o último eclipse total solar dos Estados Unidos continentais. A estreita trajetoria da totalidade cruzou os estados do noroeste Washington, Oregon, Idaho, Montana, e North Dakota, antes de cruzar as provincias canadenses de Saskatchewan, Manitoba, Ontario e Quebec. 

Após o vindouro eclipse total solar de 21 de agosto, qyue cruzará os EUA de costa a costa, um eclipse anelar solar será visivel nos EUA continentais em 14 de outubro de 2023, ao longo de uma trajetoria do norte da California até a Florida. Depois, o próximo eclipse total solar a passar pelos EUA continentais percorrerá 13 estados, do Texas ao Maine, em 8 de abril de 2024.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

From cold, clear skies over Riverton, Manitoba, Canada, planet Earth, the solar corona surrounds the silhouette of the New Moon in this telescopic snapshot of the total solar eclipse of February 26, 1979. 

Thirty eight years ago, it was the last total solar eclipse visible from the contiguous United States. The narrow path of totality ran through the northwestern states of Washington, Oregon, Idaho, Montana, and North Dakota before crossing into Canadian provinces Saskatchewan, Manitoba, Ontario and Quebec. 

Following the upcoming August 21, 2017 total solar eclipse crossing the U.S. from coast to coast, an annular solar eclipse will be seen in the continental United States on October 14, 2023, visible along a route from Northern California to Florida. Then, the next total solar eclipse to touch the continental U.S. will track across 13 states from from Texas to Maine on April 8, 2024.

sábado, 19 de agosto de 2017

The Dust Monster in IC 1396 | Monstro de poeira em IC 1396


Existe um monstro em IC 1396? Conhecida por alguns como a Nebulosa da Tromba de Elefante, partes de nuvens de gás e poeira desta gerião de formação estelar podem parecer assumir formas ameaçadoras, algumas das quais quase humanas. O únicomonstr real aqui, no entanto, é uma jovem estrela brilhante demasiado distante da Terra para nos ameaçar. 

A luz energetica vinda desta estrela está devorando a poeira do escuro glóbulo cometário próximo ao topo desta imagem. Jatos e ventos de partúculas emitidas desta estrela também estão levando o gás e a poeira para longe. 

Distante cerca de 3.000 anos-luz, o relativamente esmaecido complexo IC 1396 cobre uma região do céu muito maior do que a aqui mostrada, com um diâmetro aparente equivalente ao de mais de 10 luas cheias.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Is there a monster in IC 1396? Known to some as the Elephant's Trunk Nebula, parts of gas and dust clouds of this star formation region may appear to take on foreboding forms, some nearly human. The only real monster here, however, is a bright young star too far from Earth to hurt us. 

Energetic light from this star is eating away the dust of the dark cometary globule near the top of the featured image. Jets and winds of particles emitted from this star are also pushing away ambient gas and dust. Nearly 3,000 light-years distant, the relatively faint IC 1396 complex covers a much larger region on the sky than shown here, with an apparent width of more than 10 full moons.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

NGC 2442: Galaxy in Volans | NGC 2442: Galáxia no Peixe Voador


A galáxia distorcida NGC 2442 é encontrada na constelação sulina do Peixe Voador (Piscis Volans). Localizada à distância de, aproximadamente, 50 milhões de anos-luz, seus dois braços espirais que se estendem de uma notável barra central  tem a aparência de um gancho em imagens grande angulares. 

Mas este mosaico em close-up, construído através de dados do Hubble e do  Observatorio Austral Europeu, mostra em impressionantes detalhes a estrutura da galaxia. Trilhas de poeira obscurecedoras, jovens aglomerados de estrelas azuis e regiões de formação estelar avermelhadas circundam um núcleo de luz amarelada de uma população de estrelas mais antigas. 

Os nitidos dados de imagem tambem revelam galáxias mais distantes no plano de fundo visiveis imediatamente através dos aglomerados estelares e nebulosas de NGC 2442. A imagem se espalha por cerca de 75.000 anos-luz à distancia estimada de NGC 2442.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Distorted galaxy NGC 2442 can be found in the southern constellation of the flying fish, (Piscis) Volans. Located about 50 million light-years away, the galaxy's two spiral arms extending from a pronounced central bar have a hook-like appearance in wide-field images. 

But this mosaicked close-up, constructed from Hubble Space Telescope and European Southern Observatory data, follows the galaxy's structure in amazing detail. Obscuring dust lanes, young blue star clusters and reddish star forming regions surround a core of yellowish light from an older population of stars. 

The sharp image data also reveal more distant background galaxies seen right through NGC 2442's star clusters and nebulae. The image spans about 75,000 light-years at the estimated distance of NGC 2442.