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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Earth Between the Rings of Saturn | A Terra por entre os aneis de Saturno

A new image from NASA's Cassini spacecraft shows planet Earth as a point of light between the icy rings of Saturn.

The spacecraft captured the view on April 12, 2017, at 10:41 p.m. PDT (1:41 a.m. EDT on April 13). Cassini was 870 million miles (1.4 billion kilometers) away from Earth when the image was taken. Although far too small to be visible in the image, the part of Earth facing Cassini at the time was the southern Atlantic Ocean.

Earth's moon is also visible nearby in a cropped, zoomed-in version of the image.

A new image from NASA's Cassini spacecraft shows planet Earth as a point of light between the icy rings of Saturn.



A espaçonave Cassini captou esta visão em 12 de abril de 2017, às 10h41 da manhã no horário de verão do Pacífico (ou 1h41 no horário de verão do leste em 13 de abril). A Cassini estava 870 milhões de milhas (1,4 bilhão de quilômetros) distante da Terra quando a imagem foi obtida. Embora pequena demais para ser visível na imagem, a parte da Terra voltada para a Cassini na época era o sul do Oceano Atlântico.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

A new image from NASA's Cassini spacecraft shows planet Earth as a point of light between the icy rings of Saturn.

The spacecraft captured the view on April 12, 2017, at 10:41 p.m. PDT (1:41 a.m. EDT on April 13). Cassini was 870 million miles (1.4 billion kilometers) away from Earth when the image was taken. Although far too small to be visible in the image, the part of Earth facing Cassini at the time was the southern Atlantic Ocean.

Earth's moon is also visible nearby in a cropped, zoomed-in version of the image.

A new image from NASA's Cassini spacecraft shows planet Earth as a point of light between the icy rings of Saturn.

The spacecraft captured the view on April 12, 2017, at 10:41 p.m. PDT (1:41 a.m. EDT on April 13). Cassini was 870 million miles (1.4 billion kilometers) away from Earth when the image was taken. Although far too small to be visible in the image, the part of Earth facing Cassini at the time was the southern Atlantic Ocean.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A White Battle in the Black Sea | Uma batalha branca no Mar Negro


Trilhões morreram nos mares da Terra. Cascas calcificadas dos mortos já formam os brancos penhascos de Dover. A batalha entre plantas unicelulares de cor clara e formato de bola — fitoplânctons chamados cocolitóforos —  e até vírus, ainda menores, em formato de diamante, denominados cocolitovírus — já dura dezenas de milhões de anos. 

Para ajudar a lutar essa batalha, os cocolitóforos criam suas armaduras de giz pela absorção de dióxido de carbono da atmosfera. Essa batalha é tão épica que os cocolitóforos realmente removem uma significativa fração do dióxido de carbono da atmosfera da Terra, reforçando a  respirabilidade do ar para os animais, inclusive os humanos. 

Mostrado nesta imagem de 2012  do satélite Aqua da Terra, o Mar Negro foi transformado  em azul claro por florescências de cocolitóforos.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Trillions have died in the Earth's seas. Calcified shields of the dead already make up the white cliffs of Dover. The battle between ball-shaped light-colored single-celled plants -- phytoplankton called coccolithophores -- and even smaller, diamond-shaped viruses dubbed coccolithoviruses -- has raged for tens of millions of years. 

To help fight this battle, the coccolithophores create their chalky armor by absorbing carbon dioxide from the atmosphere. This battle is so epic that coccolithophores actually remove a significant fraction of Earth's atmospheric carbon dioxide, bolstering the breathability of air for animals including humans. 

Pictured in this 2012 image from NASA's Aqua satellite, the Black Sea was turned light blue by coccolithophore blooms.

terça-feira, 25 de abril de 2017

NGC 4302 and NGC 4298 | NGC 4302 e NGC 4298


Visível de lado, a galáxia espiral NGC 4302 (esquerda) situa-se à distância de, aproximadamente, 55 milhões de anos-luz, na constelação Coma Berenices, a Cabeleira de Berenice. 

Integrante do aglomerado galáctico de Virgem, ela se estende por uns 87.000 anos-luz, sendo um pouco menor que a Via Láctea. Assim como no caso dela, as proeminentes trilhas de poeira de NGC 4302 atravessam o centro do plano galáctico, obscurecendo e avermelhando a luz estelar vista da nossa perspectiva. 

A galáxia companheira NGC 4298, menor, é também uma espiral de poeira. Mas, inclinada com a face mais virada para nosso ponto de visão, NGC 4298  pode exibir trilhas de poeira juntamente com braços espirais traçados pela luz azulada de estrelas jovens, assim como seu brilhante núcleo amarelado. 

Em comemoração do 27º aniversário do lançamento do Hubble, em 24 de abril de 1990, astrônomps usaram o lendário telescópio para obter este deslumbrante retrato em luz visível do contrastante par de galáxias.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Seen edge-on, spiral galaxy NGC 4302 (left) lies about 55 million light-years away in the well-groomed constellation Coma Berenices. 

A member of the large Virgo Galaxy Cluster, it spans some 87,000 light-years, a little smaller than our own Milky Way. Like the Milky Way, NGC 4302's prominent dust lanes cut along the center of the galactic plane, obscuring and reddening the starlight from our perspective. 

Smaller companion galaxy NGC 4298 is also a dusty spiral. But tilted more nearly face-on to our view, NGC 4298 can show off dust lanes along spiral arms traced by the bluish light of young stars, as well as its bright yellowish core. 

In celebration of the 27th anniversary of the launch of the Hubble Space Telescope on April 24, 1990, astronomers used the legendary telescope to take this gorgeous visible light portrait of the contrasting galaxy pair.

Between the Rings | Entre os aneis


Em 12 de abril, quando o Sol estava bloqueado pelo disco de Saturno, a câmera da espaçonave Cassini apontou em direção ao interior do Sistema Solar  e os aneis do gigante gasoso, iluminados por trás. 

No topo da vista em moisaco está o anel A com sua mais ampla fenda Encke  e a mais estreita Keeler visíveis. Embaixo está o anel F, brilhante devido à geometria da visão. O ponto de luz entre os aneis é a Terra, à distância de 1,4 bilhão de quilômetros. 

Observe com atenção e você poderá até ver a grande Lua da Terra, um pontinho de luz à esquerda do planeta. Hoje, a Cassini faz sua aproximação final da grande lua Titã de Saturno, usando a gravidade de Titã para impulsionar-se rumo ao Grand Finale da espaçonave, o conjunto final de órbitas que trará Cassini bem para o interior dos aneis de Saturno.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha


On April 12, as the Sun was blocked by the disk of Saturn the Cassini spacecraft camera looked toward the inner Solar System and the gas giant's backlit rings. 

At the top of the mosaicked view is the A ring with its broader Encke and narrower Keeler gaps visible. At the bottom is the F ring, bright due to the viewing geometry. The point of light between the rings is Earth, 1.4 billion kilometers in the distance. 

Look carefully and you can even spot Earth's large moon, a pinprick of light to the planet's left. Today Cassini makes its final close approach to Saturn's own large moon Titan, using Titan's gravity to swing into the spacecraft's Grand Finale, the final set of orbits that will bring Cassini just inside Saturn's rings.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

The Holographic Principle | O Princípio Holográfico


Será que esta foto vale por mil palavras? Segundo o Princípio Holográfico, o máximo de informação que se pode obter desta imagem é cerca de 3 x 1065 bits para um monitor de computador de tamanho normal. 

O Príncípio Holográfico, ainda não provado, afima que há uma quantidade máxima conteúdo de informação retido por regiões adjacentes a qualquer superfície. Portanto, contraintuitivamente, o conteúdo de informações no interior de uma sala depende não do volume dela, mas da área das suas paredes. 

O princípio deriva da ideia de que o comprimento Planck, a escala de comprimento ode a mecânica quântica começa a dominar a gravidade clássica, é um lado de uma área que pode conter apenas cerca de um bit de informação. O limite foi postulado pela primeira vez pelo físico Gerard 't Hooft em 1993. 

Ele pode surgir de generalizações de especulações aparentemente distantes de que a informação retida por um buraco negro é determinada não por seu volume incluso, mas pela área da superfície de seu horizonte de eventos. 

O termo "holográfico" vem de uma analogia de holograma onde imagens tridimensionais são criadas projetando-se luz através de uma tela plana. mas cuidado, pois outras pessoas que virem esta imagem podem não afirmar verem 3 x 1065 bits — elas podem dizer que vêem um bule de chá.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Is this picture worth a thousand words? According to the Holographic Principle, the most information you can get from this image is about 3 x 1065 bits for a normal sized computer monitor. 

The Holographic Principle, yet unproven, states that there is a maximum amount of information content held by regions adjacent to any surface. Therefore, counter-intuitively, the information content inside a room depends not on the volume of the room but on the area of the bounding walls. 

The principle derives from the idea that the Planck length, the length scale where quantum mechanics begins to dominate classical gravity, is one side of an area that can hold only about one bit of information.The limit was first postulated by physicist Gerard 't Hooft in 1993.

It can arise from generalizations from seemingly distant speculation that the information held by a black hole is determined not by its enclosed volume but by the surface area of its event horizon. 

The term "holographic" arises from a hologram analogy where three-dimension images are created by projecting light though a flat screen. Beware, other people looking at the featured image may not claim to see 3 x 1065 bits -- they might claim to see a teapot.

domingo, 23 de abril de 2017

Night Glows | Brilho noturno


O que é isso que brilha na noite? Nesta noite, vários brilhos incomuns eram evidentes — alguns próximos, outros distantes. O surf em primeiro plano brilha em azul com a luz de plâncton bioluminescente. 

Mais longe, a atmosfera da Terra escurece o horizonte e traz algumas nuvens opacas. Mais para fora, o planeta Vênus cintila brilhante próximo ao centro da imagem. Se você afastar levemente seus olhos, um raio de luz em diagonal irá sobressair cruzando por trás de Vênus. 

Esta faixa é luz zodiacal, luz solar espalhada por poeira em nosso Sistema Solar. Muito mais distante há inúmeras estrelas brilhantes avulsas, a maioria a menos de 100 anos-luz de distância. 

E ainda mais longe, também ascendendo diagonalmente a formando um "V" com a luz zodiacal, está a faixa central da Via Láctea. A maioria do bilhões de estrelas da Via Láctea e nuvens escuras estão distantes milhares de anos-luz. Esta foto foi tirada em novembro passado na costa  iraniana do Golfo de Oman.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What glows in the night? This night, several unusual glows were evident -- some near, but some far. The foreground surf glimmers blue with the light of bioluminescent plankton. 

Next out, Earth's atmosphere dims the horizon and provides a few opaque clouds. Further out, the planet Venus glows bright near the image center. If you slightly avert your eyes, a diagonal beam of light will stand out crossing behind Venus. 

This band is zodiacal light, sunlight scattered by dust in our Solar System. Much further away are numerous single bright stars, most closer than 100 light years away. 

Furthest away, also rising diagonally and making a "V" with the zodiacal light, is the central band of our Milky Way Galaxy. Most of the billions of Milky Way stars and dark clouds are thousands of light years away. The featured image was taken last November on the Iranian coast of Gulf of Oman.