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domingo, 22 de abril de 2018

Moon in the Hyades | A Lua nas Híades


Voce tem visto a Lua ultimamente? Em 18 de abril, seu crescente iluminado pelo Sol moveu-se pela noite do planeta terra através de um plano de fundo de estrelas nas Híades. 

Ancorada pela brilhante estrela Aldebaran, o aglomerado estelar proximo em formato de V e o globo lunar completo aparecem nesta imagem de telefoto. A cativante vista celeste é, na verdade, digitalmente composta de uma serie de exposições variantes. 

Registrada em 1/60 de segundo, a mais curta da serie capta em nitidos detalhes o brilhante crescente da Lua. Exposições mais prolongadas, de até 15 segundos, captam estrelas mais esmaecidas em segundo plano, assim como o brilho da Terra, visivel a olho nu como o lado noturno da Lua iluminado pela Terra.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Have you seen the Moon lately? On April 18, its waxing sunlit crescent moved through planet Earth's night across a background of stars in the Hyades. 

Anchored by bright star Aldebaran, the nearby, V-shaped star cluster and complete lunar orb appear in this telephoto image. The engaging skyview is actually digitally composed from a series of varying exposures. 

Registrada em 1/60 de segundo,a mais curta da serie capta  o brilhante crescente lunar em nitidos detalhes. Exposições mais longas, chegando a até 15 segundos de duração, captam o plano de fundo de estrelas mais apagadas, assim como o brilho da Terra, visivel a olho nu como o lado lunar noturno iluminado pela luz da Terra.

Meteor Over Crater Lake | Meteoro o sobre o Lago da Cratera


Voce o viu? Uma das perguntas mais comuns durante uma chuva de meteoros ocorre porque o tempo que um meteoro leva para brilhas é, normalmente, menor do que o de se virar a cabeça. 

Possivelmente, no entanto, a gloria de ver brilhantes meteoros passando e de saber que eles outrora foram pequenos granulos em outros astros pode fazer com que isso valha a pena, mesmo se seu parceiro observador não pudesse participar de todas as experiencias particulares. 

Chegando ao auge tarde nesta noite, se o ceu estiver limpido, a chuva de meteoros das Liridas poderá mostrar até 20 meteoros visiveis por hora, em algumas localidades. Nesta composição de nove exposições, registradas durante a chuva de 2012, um brilhante meteoro das Liridas risca o ceu sobre o pitoresco Lago da Cratera, no Oregon, EUA. 

A neve cobre a paisagem em primeiro plano, enquanto a majestosa faixa central de nossa galaxia se arqueia  bem atrás do sereno lago. Entre outras chuvas de meteoros neste ano — e todos os anos — temos as Perseidas, em meados de agosto, e as Leonidas, em meados de novembro.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Did you see it? One of the more common questions during a meteor shower occurs because the time it takes for a meteor to flash is typically less than the time it takes for a head to turn. 

Possibly, though, the glory of seeing bright meteors shoot across and knowing that they were once small granules on another world might make it all worthwhile, even if your observing partner(s) could not share in every particular experience. 

Peaking late tonight, a dark sky should enable the Lyrids meteor shower to exhibit as many as 20 visible meteors per hour from some locations. In the featured composite of nine exposures taken during the 2012 shower, a bright Lyrid meteor streaks above picturesque Crater Lake in Oregon, USA. 

Snow covers the foreground, while the majestic central band of our home galaxy arches well behind the serene lake. Other meteor showers this year -- and every year -- include the Perseids in mid-August and the Leonids in mid-November.

sábado, 21 de abril de 2018

M57: The Ring Nebula | M57: A Nebulosa do Anel


Exceto os aneis de Saturno a Nebulosa do Anel (M57) é, provavelmente, a mais famosa faixa celestial. No entanto, entende-se que sua aparencia classica se deve à nossa perspectiva. O recente mapeamento da estrutura em 3-D em expão da nebulosa, baseado em parte nesta clara imagem obtida pelo Hubble, indica que a nebulosa é um anel em formato de donut, relativamente denso, envolto ao redor do meio de uma nuvem de gas incandescente em formato de uma bola de futebol (americano). 

O vista a partir do planeta terra se projeta para baixo ao longo do eixo da bola, de frente para o anel. É claro que, neste bem estudado exemplo de nebulosa planetaria , o material incandescente não vem de planetas. 

Em vez disso, o manto gasoso representa camadas externas expelidas pela estrela agonizante, outrora semelhante ao Sol, agora um minusculo ponto de luz visivel ao centro da nebulosa. A intensa luz ultravioleta vinda da quente estrela central ioniza atomos no gas. A Nebulosa do Anel tem cerca de um ano-luz de diametro, e está distante 2.000 anos-luz.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Except for the rings of Saturn, the Ring Nebula (M57) is probably the most famous celestial band. Its classic appearance is understood to be due to our own perspective, though. The recent mapping of the expanding nebula's 3-D structure, based in part on this clear Hubble image,indicates that the nebula is a relatively dense, donut-like ring wrapped around the middle of a (American) football-shaped cloud of glowing gas. 

The view from planet Earth looks down the long axis of the football, face-on to the ring. Of course, in this well-studied example of a planetary nebula, the glowing material does not come from planets. 

Instead, the gaseous shroud represents outer layers expelled from the dying, once sun-like star, now a tiny pinprick of light seen at the nebula's center. Intense ultraviolet light from the hot central star ionizes atoms in the gas. The Ring Nebula is about one light-year across and 2,000 light-years away.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

The Sun Unleashed: Monster Filament in Ultraviolet | O Sol à solta: Um filamento monstruoso em ultravioleta



Uma das mais espetaculares visões solares é a labareda explosiva. Em junho de 2011, o Sol desencadeou algo um tanto impressionante, uma labareda solar de tamanho medio, quando a rotação levava regiões de manchas solares ativas na direção da borda do Sol. 

Aquela labareda, no entanto, foi seguida de um assombroso jorro de plasma magnetizado — um filamento monstruoso visto irrompendo na borda do Sol nesta imagem em ultravioleta extremo obtida pelo Observatorio de Dinamica Solar da NASA. 

Este é um video de lapso temporal daquele evento de horas de duração mostrando plasma mais escuro e frio caindo através de uma ampla região da superficie solar, arqueando-se ao longo de linhas de campo magnetico normalmente invisiveis. 

Uma ejeção de massa coronal associada, que é uma grande nuvem de particulas de alta energia, foi lançada na direção geral da Terra, e lançou um sopro moderado sobre um lado da magnetosfera terrestre.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

One of the most spectacular solar sights is an explosive flare. In 2011 June, the Sun unleashed somewhat impressive, medium-sized solar flare as rotation carried active regions of sunpots toward the solar limb. 

That flare, though, was followed by an astounding gush of magnetized plasma -- a monster filament seen erupting at the Sun's edge in this extreme ultraviolet image from NASA's Solar Dynamics Observatory. 

Featured here is a time-lapse video of that hours-long event showing darker, cooler plasma raining down across a broad area of the Sun's surface, arcing along otherwise invisible magnetic field lines. An associated coronal mass ejection, a massive cloud of high energy particles, was blasted in the general direction of the Earth,and made a glancing blow to Earth's magnetosphere.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

M22 and the Wanderers | M22 e os andarilhos


Vagando através da constelação de Sagitário, os brilhantes planetas Marte e Saturno apareceram juntos no céu matinal nas últimas semanas. Eles foram fotografados nesta visão de campo amplo de 3  graus, em 31 de março, em um triangulo celestial proximo com o grande aglomerado estelar globular Messier 22. 

Claro que M22 (embaixo, à esquerda) está distante cerca de 10.000 anos-luz, uma grande bola com mais de 100.000 estrelas, muito mais velhas que o Sol. Amarelo claro e brilhando devido à luz solar refletida, Saturno (no alto) está distante cerca de 82 minutos-luz. 

Observe atentamente e voce poderá identificar a grande lua Titã como um ponto de luz mais ou menos na posição de 5 horas, no brilho do disco superexposto de Saturno. 

Ligeiramente mais brilhante e vermelho, Marte está distante 9 minutos-luz. Enquanto ambos os planetas estão se movendo em direção a oposições vindouras, em julho, Marte se tornará ainda mais brilhante, com boas visões telescopicas ao aproximar-se sua oposição de 2018, a meros 3,2 minutos-luz do planeta Terra.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Wandering through the constellation Sagittarius, bright planets Mars and Saturn appeared together in early morning skies over the last weeks. They are captured in this 3 degree wide field-of-view from March 31 in a close celestial triangle with large globular star cluster Messier 22. 

Of course M22 (bottom left) is about 10,000 light-years distant, a massive ball of over 100,000 stars much older than our Sun. Pale yellow and shining by reflected sunlight, Saturn (on top) is about 82 light-minutes away. 

Look carefully and you can spot large moon Titan as a pinpoint of light at about the 5 o'clock position in the glare of Saturn's overexposed disk. 

Slightly brighter and redder Mars is 9 light-minutes distant. While both planets are moving on toward upcoming oppositions, by July Mars will become much brighter still, with good telescopic views near its 2018 opposition a mere 3.2 light-minutes from planet Earth.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Dragon Aurora over Norway | Aurora em forma de dragão sobre a Noruega


O que é aquilo no céu? É uma aurora. Um grande buraco coronal se abriu no mes passado, poucos dias depois de esta imagem ter sido registrada, atirando em direção à Terra uma nuvem de eletrons, protons e íons em movimento rápido. 

Parte dessa nuvem afetou a magnetosfera da Terra e resultou em espetaculares auroras visiveis a altas latitudes norte. Esta foto mostra uma especialmente fotogenica cortina auroral registrada sobre Tromsø, Noruega. Para o  astrofotografo, este brilho verde tremeluzente de oxigenio atmosferico recombinante apareceu como a figura de um grande dragão, mas sinta-se à vontade para dizer com o que el se parece para você. 

Embora agora já passado o  Solar Maximo, o Sol continua a exibir atividade ocasional, criando impressionantes auroras na Terra, visiveis até na semana passada.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What's that in the sky? An aurora. A large coronal hole opened last month, a few days before this image was taken, throwing a cloud of fast moving electrons, protons, and ions toward the Earth. 

Some of this cloud impacted our Earth's magnetosphere and resulted in spectacular auroras being seen at high northern latitudes. Featured here is a particularly photogenic auroral curtain captured above Tromsø Norway. To the astrophotographer, this shimmering green glow of recombining atmospheric oxygen appeared as a large dragon, but feel free to share what it looks like to you. 

Although now past Solar Maximum, our Sun continues to show occasional activity creating impressive auroras on Earth visible even last week.