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sábado, 27 de maio de 2017

A View Toward M101 | Um olhar em direção a M101


A grande e bela galáxia espiral  M101é um dos últimos registros do famoso catálogo de Charles Messier, porém definitivamente não um dos mesno importantes. Com cerca de 170.000 anos-luz de diâmetro, esta galáxia é enorme, com quase duas vezes o tamanho da Via Láctea. 

M101 era também uma das nebulosas espirais originais observadas através do grande telescópio de Lord Rosse, no século 19th, o Leviatã de Parsontown. M101 divide este moderno campo de visão telescópica com pontudas estrelas em primeiro plano no interior da Via Láctea, e mais distantes galáxias de fundo. 

As cores das estrelas da Via Láctea também podem ser encontradas na luz estelar do grande universo-ilha. Seu núcleo é dominado pela luz de frias estrelas amareladas. Juntamente com seus grandes braços espirais há as cores azuis de jovens estrelas mais quentes, misturadas com trilhas de poeira obscurecedora e rosadas regiões de fomação estelar. Também chamada Galáxia do Catavento, M101 situa-se dentro dos limites da constelação da Ursa maior, ao norte, distante cerca det 25 milhões de anos-luz.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Big, beautiful spiral galaxy M101 is one of the last entries in Charles Messier's famous catalog, but definitely not one of the least. About 170,000 light-years across, this galaxy is enormous, almost twice the size of our own Milky Way galaxy. 

M101 was also one of the original spiral nebulae observed by Lord Rosse's large 19th century telescope, the Leviathan of Parsontown. M101 shares this modern telescopic field of view with spiky foreground stars within the Milky Way, and more distant background galaxies. 

The colors of the Milky Way stars can also be found in the starlight from the large island universe. Its core is dominated by light from cool yellowish stars. Along its grand spiral arms are the blue colors of hotter, young stars mixed with obscuring dust lanes and pinkish star forming regions. Also known as the Pinwheel Galaxy, M101 lies within the boundaries of the northern constellation Ursa Major, about 25 million light-years away.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A Whole New Jupiter | Um Júpiter totalmente novo


Esta imagem msotra o polo sul de Júpiter, visto pela espaçonave Juno da NASA, de uma altitude de 52.000 quilômetros. os detalhes ovais são ciclones de até 1.000 quilômetros de diâmetro. Múltiplas imagens obtidas com o instrumento JunoCam em três órbitas separadas foram combinadas para mostrar todas as áreas sob luz do dia, com cores realçadas e projeção estereográfica.


os primeiros resultados científicos da missão Juno a Júpiter mostram o maior planeta do sistema solar como um mundo complexo, giganttesco e turbulento, com ciclones polares do tamanho da Terra, sistemas de tempestades que mergulham profundamente até o coração do gigante gasoso, e um enorme, granuloso campo magnético que pode indicar que ele foi gerado mais próximo à superfície do planeta do que anteriormente se pensava.

“Estamos excitados por compartilhar essas primeiras descobertas, que nos ajudam a melhor compreender o que torna  Júpiter tão fascinate,” disse Diane Brown, executiva do programa Juno na sede da NASA em Washington. "Foi uma longa viagem até Júpiter, mas esses primeiros resultados já demonstram que a jornada valeu a pena.”

Juno foi lançada em 5 de agosto de 2011, entrando em órbita de Júpiter somente em 4 de julho de 2016. As descobertas da primeira passagem de coleta de dados, que voou entre 4.200 quilômetros dos topos de nuvens giratórias de Júpiter em 27 de agosto,estão sendo publicadas nesta semana na revista Science, asssim como em 44 artigos na Geophysical Research Letters.

“Nós sabíamos, ao entrar, que Júpiter nos surpreenderia,”disse Scott Bolton, principal investigador da Juno do Southwest Research Institute emSan Antonio, Texas. “Mas agora que estamos aqui, estamos descobrindo que Júpiter pode nos surpreender com coisas muito estranhas. Há tanta coisa acontecendo aqui que nós não esperávamos que tivéssemos tido de dar um passo atrás e começar a repensar sobre esse Júpiter inteiramente novo.”

Entre as descobertas que desafiam as suposições são aquelas fornecidas pela câmera da Juno, a JunoCam. As imagens mostram que ambos os polos de Júpiter são cobertos por tempestades giratórias do tamanho da Terr, que são densamente aglomeradas e se atritando.

“Estamos  intrigados aobre como eles podem ter se formado, com o quão estável é a configuração, e por que o polo norte de Júpiter não se parece como o polo sul,” disse Bolton. “Estamos questionando se este é um sistema dinâmico, e se estamos vendo somente um estágio, ese durante o próximo ano,iremos vê-lo desaparecer,ou se essa é uma configuração estável e essas tempestades estão circulando ao redor umas das outras”

Outra surpresa vem do Radiômetro de Micro-ondas da Juno (MWR), que toma amostras da radiação térmica de micro-ondas  da atmosfera de Júpiter, do topo das nuvens de amônia até bem fundo em sua atmosfera. Os dados do MWR  indicam que os icônicos cinturões e zonas  de Júpiter são misteriosos, com o cinturão próximo ao equador penetrando direto para baixo, enquanto os cinturões e zonas em outras latitudes parecem evoluir para outras estruturas. Os dados sugeram que a amônia é bastante variável e continua a aumentar tanto para baixo quanto podemos vê-la com o MWR, que são algumas centenas de milhas ou quilômetros.

Antes da missão Juno, sabia-se que Júpiter tinha o mais intenso campo magnético do sistema solar. Medições da magnetosfera do enorme planeta, pela Investigação de Magnetosfera da Juno (MAG), indicam que o campo magnético de Júpiter é ainda mais forte do que os modelos previam, e de formato mais irregular. dados do MAG indicam que o campo magnético excedeu em muito as expectativas a 7.766 Gauss, cerca de 10 vezes mais forte do que o mais potente campo magnético encontrado na Terra.

“Juno está nos proporcionando uma visão do campo magnético próximo a Júpiter que nunca antes tínhamos tido,” disse Jack Connerney, principal investigador delegado da Juno e chefe da investigação de campo magnético para a missão  no Centro Goddard de Voos Espaciais em Greenbelt, Maryland. “Nós já vemos que o campo magnético parece rugoso:é mais forte em alguns lugares e mais fraco em outros. Essa distribuição desigual sugere que o campo pode ser gerate do por ação de dínamo mais próxima à superfície, aciman da camada de hidrogênio metálico. Todo sobrevoo que fazemos nos leva para mais perto de determinar onde e como o dínamo de Júpiter funciona.”

Juno também foi projetada para estudar a magnetosfera polar e a origem das potentes auroras de Júpiter—suas luzes do norte e do sul. Essas emissões de auroras são causadas por partículas que captam energia, chocando-se com moléculas atmosféricas. As observações iniciais da Juno indicam que o processo parece funcionar de forma diferente em Júpiter do que na Terra.

Juno está numa órbita polar ao redor de Júpiter, e a maioria de cada órbita é despendida bem longe do gigante gasoso. Mas, uma vez a cada 53 dias, sua trajetória se aproxima de Júpiter de acima do polo norte, onde ela inicia um trânsito de duas horas (de polo a polo) voando de norte para sul com seus oito instrumentos científicos coletando dados e sua câmera JunoCam de divulgaçao pública tirando fotos. O download dos seis megabytes de dados coletados durante o trânsito pode levar 1,5 dia.

“A cada 53 dias, gritamos por Júpiter, somos apagados por uma mangueira de incêndio de ciência Joviana, e há sempre algo novo,” disse Bolton. “Em nosso próximo sobrevoo em 11 de julho, voaremos diretamente sobre uma das mais simbólicas  particularidades de todo o sistema solar —  uma que todo colegial conhece — A Grande Mancha Vermelha de Júpiter. Se alguém está chegando ao fundo do que está acontecendo abaixo desses gigantescos  topos de nuvens giratórias carmins, é Juno com seus instrumentos científicos que penetram nuvens.”


Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

This image shows Jupiter’s south pole, as seen by NASA’s Juno spacecraft from an altitude of 32,000 miles (52,000 kilometers). The oval features are cyclones, up to 600 miles (1,000 kilometers) in diameter. Multiple images taken with the JunoCam instrument on three separate orbits were combined to show all areas in daylight, enhanced color, and stereographic projection.


Early science results from NASA’s Juno mission to Jupiter portray the largest planet in our solar system as a complex, gigantic, turbulent world, with Earth-sized polar cyclones, plunging storm systems that travel deep into the heart of the gas giant, and a mammoth, lumpy magnetic field that may indicate it was generated closer to the planet’s surface than previously thought.

“We are excited to share these early discoveries, which help us better understand what makes Jupiter so fascinating,” said Diane Brown, Juno program executive at NASA Headquarters in Washington. "It was a long trip to get to Jupiter, but these first results already demonstrate it was well worth the journey.”

Juno launched on Aug. 5, 2011, entering Jupiter’s orbit on July 4, 2016. The findings from the first data-collection pass, which flew within about 2,600 miles (4,200 kilometers) of Jupiter's swirling cloud tops on Aug. 27, are being published this week in two papers in the journal Science, as well as 44 papers in Geophysical Research Letters.

“We knew, going in, that Jupiter would throw us some curves,” said Scott Bolton, Juno principal investigator from the Southwest Research Institute in San Antonio. “But now that we are here we are finding that Jupiter can throw the heat, as well as knuckleballs and sliders. There is so much going on here that we didn’t expect that we have had to take a step back and begin to rethink of this as a whole new Jupiter.”

Among the findings that challenge assumptions are those provided by Juno’s imager, JunoCam. The images show both of Jupiter's poles are covered in Earth-sized swirling storms that are densely clustered and rubbing together.

“We're puzzled as to how they could be formed, how stable the configuration is, and why Jupiter’s north pole doesn't look like the south pole,” said Bolton. “We're questioning whether this is a dynamic system, and are we seeing just one stage, and over the next year, we're going to watch it disappear, or is this a stable configuration and these storms are circulating around one another?”

Another surprise comes from Juno’s Microwave Radiometer (MWR), which samples the thermal microwave radiation from Jupiter’s atmosphere, from the top of the ammonia clouds to deep within its atmosphere. The MWR data indicates that Jupiter’s iconic belts and zones are mysterious, with the belt near the equator penetrating all the way down, while the belts and zones at other latitudes seem to evolve to other structures. The data suggest the ammonia is quite variable and continues to increase as far down as we can see with MWR, which is a few hundred miles or kilometers.

Prior to the Juno mission, it was known that Jupiter had the most intense magnetic field in the solar system. Measurements of the massive planet’s magnetosphere, from Juno’s magnetometer investigation (MAG), indicate that Jupiter’s magnetic field is even stronger than models expected, and more irregular in shape. MAG data indicates the magnetic field greatly exceeded expectations at 7.766 Gauss, about 10 times stronger than the strongest magnetic field found on Earth.

“Juno is giving us a view of the magnetic field close to Jupiter that we’ve never had before,” said Jack Connerney, Juno deputy principal investigator and the lead for the mission’s magnetic field investigation at NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland. “Already we see that the magnetic field looks lumpy: it is stronger in some places and weaker in others. This uneven distribution suggests that the field might be generated by dynamo action closer to the surface, above the layer of metallic hydrogen. Every flyby we execute gets us closer to determining where and how Jupiter’s dynamo works.”

Juno also is designed to study the polar magnetosphere and the origin of Jupiter's powerful auroras—its northern and southern lights. These auroral emissions are caused by particles that pick up energy, slamming into atmospheric molecules. Juno’s initial observations indicate that the process seems to work differently at Jupiter than at Earth.

Juno is in a polar orbit around Jupiter, and the majority of each orbit is spent well away from the gas giant. But, once every 53 days, its trajectory approaches Jupiter from above its north pole, where it begins a two-hour transit (from pole to pole) flying north to south with its eight science instruments collecting data and its JunoCam public outreach camera snapping pictures. The download of six megabytes of data collected during the transit can take 1.5 days.

“Every 53 days, we go screaming by Jupiter, get doused by a fire hose of Jovian science, and there is always something new,” said Bolton. “On our next flyby on July 11, we will fly directly over one of the most iconic features in the entire solar system -- one that every school kid knows -- Jupiter’s Great Red Spot. If anybody is going to get to the bottom of what is going on below those mammoth swirling crimson cloud tops, it’s Juno and her cloud-piercing science instruments.”

Details of TRAPPIST-1’s Least Understood Planet | Detalhes do planeta menor compreendido de TRAPPIST-1


TRAPPIST-1 tem somente 8 por cento da massa do Sol, sendo, assim, uma estrela mais fria e menos luminosa. Abriga sete planetas de tamanho semelhante ao da Terra, três dos quais na zona habitável de sua estrela-mãe — o espectro de distâncias de uma estrela onde água em estado líquido pode se acumular na superfície de planetas rochosos. O sistema está localizado à distância de, aproximadamente, 40 anos-luz, na constelação de Aquário, e calcula-se que tenha uma idade entre 3 bilhões e 8 bilhões de anos.
Cientistas anunciaram, na coletiva de imprensa da NASA em 22 de fevereiro, que o sistema tem sete planetas do tamanho da Terra. O Telescópio espacial Spitzer da NASA, o TRAPPIST (Pequeno Telecópio de Planetas em Trãnsito e Planetesimais) no Chile e outros telescópios baseados em solo foram usados para detectar e caracterizar os planetas. Mas a colaboração só deu uma estimativa para o período de TRAPPIST-1h.
Astrônomos da Universidade de Washington utilizaram dados da espaçonave Kepler para confirmar que TRAPPIST-1h orbita sua estrela a cada 19 dias. A seis milhões de milhas de sua fria estrela anã, TRAPPIST-1h está localizado além da borda externa da zona habitável, sendo, provavelmente, demasiado frio para formas de vida como as que conhecemos. 

A quantidade de energia (por unidade de área) que o planeta recebe de sua estrela é comparável à que o planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, recebe do Sol.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
TRAPPIST-1 is only eight percent the mass of our sun, making it a cooler and less luminous star. It’s home to seven Earth-size planets, three of which orbit in their star's habitable zone—the range of distances from a star where liquid water could pool on the surface of a rocky planet. The system is located about 40 light-years away in the constellation of Aquarius and is estimated to be between 3 billion and 8 billion years old.
Scientists announced that the system has seven Earth-sized planets at a NASA press conference on Feb. 22. NASA's Spitzer Space Telescope, the TRAPPIST (Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope) in Chile and other ground-based telescopes were used to detect and characterize the planets. But the collaboration only had an estimate for the period of TRAPPIST-1h.
Astronomers from the University of Washington have used data from the Kepler spacecraft to confirm that TRAPPIST-1h orbits its star every 19 days. At six million miles from its cool dwarf star, TRAPPIST-1h is located beyond the outer edge of the habitable zone, and is likely too cold for life as we know it. The amount of energy (per unit area) planet h receives from its star is comparable to what the dwarf planet Ceres, located in the asteroid belt between Mars and Jupiter, gets from our sun.




quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ganymede: The Largest Moon | Ganimedes: a maior Lua


Como é a maior lua do Sistema Solar? A lua Ganimedes de Jupite, maior até mesmo do  que Mercúrio e Plutão, tem uma superfície gelada ponteada por brilhantes jovens crateras sobrepostas a uma mistura de terreno mais velho, escuro e mais cheio de crateras laceradas com sulcos  e cordilheiras. 

O grande detalhe circular no canto superior direito, denominado Galileo Regio, é uma antiga região de origem desconhecida. Acredita-se que Ganimedes tenha uma camada de oceano que contém mais água do que a existente na Terra, e poderia abrigar formas de vida. Assim como a Lua da Terra, Ganimedes mantém a mesma face voltada para seu planeta central, Júpiter, no caso. 

Esta imagem foi registrada cerca de 20 anos atrás pela sonda Galileu da NASA, que encerrou sua missão mergulhando na atmosfera de Júpiter, em 2003. Atualmente, a espaçonave Juno da NASA orbita Júpiter e está estudando a estrutura interna do planeta gigante, entre vários atributos.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What does the largest moon in the Solar System look like? Jupiter's moon Ganymede, larger than even Mercury and Pluto, has an icy surface speckled with bright young craters overlying a mixture of older, darker, more cratered terrain laced with grooves and ridges. 

The large circular feature on the upper right, called Galileo Regio, is an ancient region of unknown origin. Ganymede is thought to have an ocean layer that contains more water than Earth and might contain life. Like Earth's Moon, Ganymede keeps the same face towards its central planet, in this case Jupiter. 

The featured image was taken about 20 years ago by NASA's Galileo probe, which ended its mission by diving into Jupiter's atmosphere in 2003. Currently, NASA's Juno spacecraft orbits Jupiter and is studying the giant planet's internal structure, among many other attributes.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Approaching Jupiter | Aproximando-se de Júpiter



Como seria a aproximação ao planeta Júpiter? Para ajudar a responder essa pergunta, uma equipe de 91 astrofotógrafos amadores tirou mais de 1.000 fotos de Júpiter a partir da Terra, com as imagens resultantes alinhadas e digitalmente fundidas neste vídeo de lapso temporal. 

A obtenção das imagens começou em dezembro de 2014 e durou pouco mais de três meses. A sequência de aproximação fictícia resultante tem similaridades com o  que foi visto pela espaçonave robótica Juno da NASA quando ela se aproximou pela primeira vez do astro Joviano, em julho do ano passado. 

O vídeo começa com Júpiter aparecendo como uma pequena esfera próxima ao centro da imagem. Quando Júpiter se aproxima vindo de baixo, vai ficando cada sempre maior, enquanto a rotação de suas faixas de nuvens torna-se aparente. 

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter, que está se encolhendo, gira duas vezes para dentro do campo de visão, às vezes mostrando uma atividade incomum. Muitas ovais brancas são visíveis movendo-se ao redor do planeta gigante. O vídeo termina quando a espaçonave imaginária passa sobre o polo norte de Júpiter.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What would it look like to approach Jupiter? To help answer this, a team of 91 amateur astrophotographers took over 1,000 pictures of Jupiter from the Earth with the resulting images aligned and digitally merged into the featured time-lapse video. 

Image taking began in 2014 December and lasted just over three months. The resulting fictitious approach sequence has similarities to what was seen by NASA's robotic Juno spacecraft as it first approached the Jovian world last July. 

The video begins with Jupiter appearing as a small orb near the image center. As Jupiter nears from below, the planet looms ever larger while the rotation of its cloud bands becomes apparent. 

Jupiter's shrinking Great Red Spot rotates into view twice, at times showing unusual activity. Many white ovals are visible moving around the giant planet. The video ends as the imaginary spacecraft passes over Jupiter's North Pole.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A Zodiacal Sky over Horseshoe Bend | Um céu zodiacal sobre Horseshoe Bend


O que está causando o incomum raio de luz branca estendendo-se para cima a partir do horizonte central? É poeira orbitando o Sol. Em certas épocas do ano, uma faixa de poeira refletindo o Sol oriunda o Sistema Solar interno ergue-se proeminentemente antes do nascer-do-sol, e é chamada luz zodiacal. 

A poeira se origina na maior parte de esmaecidos cometas da família Júpiter e espirala lentamente para o Sol. Na foto, diante da luz zodiacal, há uma espetacular vista de Horseshoe Bend, no Rio Colorado, EUA. 

Emitida de logo abaixo, a luz zodiacal é um céu espetacular que inclui muitas estrelas brilhantes, como a Síria, inúmeros aglomerados de estrelas azuis, incluindo as Plêiades, e uma variedade de nebulosas vermelhas, dentre as quais O Laço de Barnard em Orion. A composição de 30 imagens foi obtida no começo deste mês em uma escuridão quase total a apenas seis polegadas da borda de um perigoso despenhadeiro.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What's causing the unusual ray of white light extending upward from the central horizon? Dust orbiting the Sun. At certain times of the year, a band of sun-reflecting dust from the inner Solar System rises prominently before sunrise and is called zodiacal light. 

The dust originates mostly from faint Jupiter-family comets and slowly spirals into the Sun. Pictured, in front of the zodiacal light, is a spectacular view of Horseshoe Bend of the Colorado River. 

Emitted from well behind the zodiacal light is a spectacular sky that includes many bright stars including Sirius, several blue star clusters including the Pleiades, and an assortment of red nebula including Barnard's Loop in Orion. The 30-image composite was taken earlier this month in nearly complete darkness only six inches from the edge of a dangerous cliff.